Primeiro um aviso: como o tema é delicado, os sites estão apenas indicados, sem links nos que levam a dites pornográficos. Se a ideia te agrada, é só copiar o endereço e colar no navegador. Se você se ofende com pornografia, seu puritaninho de merda, pode ler o texto sossegado sem riscos.

A internet mudou a maneira como lidamos com muitas coisas: música, o cinema, a comunicação com as pessoas de um modo geral, comércio, livros etc. Mas um setor que mudou completamente com a internet foi a pornografia.
A ideia para este post surgiu depois de ver o assunto tratado com alguns números no excelente blog Meio Bit, que também indica o documentário Porndemic, que pode ser assistido de graça no Google clicando aqui.
A pornografia na internet funciona um pouco como o comércio e drogas: todo mundo sabe onde tem, ninguém – ou pouquíssimos – admite que usa, os pais fazem vistas grossas em muitos casos e quando alguém é pego no flagra é aquele comício.
Não conheço um, UM, cara que nunca tenha visto pornografia na internet. Simplesmente não tem. Para alguns é um dos únicos usos da internet além de e-mails e comunicadores instantâneos. Para outros, apenas um passatempo saudável. O filme citado acima mostra que há casos de pessoas realmente viciadas em pornografia online, que gastam um bom dinheiro visitando sites pagos.
Este é um dos caminhos que a indústria, pelo menos lá fora, está seguindo. A criação de sites pagos com conteúdos exclusivos é uma saída para tentar combater a pirataria que, se afeta pesado as indústrias cinematográfica e fonográfica, é quase unânime na pornografia.
Já viu alguém comprar DVD das Brasileirinhas? Eu não conheço um que tenha comprado, nem nunca comprei, mas sei onde achar os filmes que quero ver (vai lá no http://www.rampeiras.net que tem).
Por outro lado, a internet tirou um pouco da mágica da pornografia. Quando eu era moleque – e acredito que a situação seja semelhante pra vários aqui do Sete Doses, já que temos mais ou menos as mesmas idades, mulher pelada era uma novidade sensacional. Quantas tardes de domingo foram gastas vendo a banheira do Gugu? Que festa foi quando Kids passou na Bandeirantes? Como uma revistinha (daquelas pequenininhas de sacanagem da pesada) valia favores na época do colégio…
Hoje em dia qualquer moleque pode achar o que quiser com meia dúzia de cliques. Por um lado é legal. Por outro pode criar gerações de freaks que sentem tesão com anões ruivos transando com garotas de membros amputados com prendedores de roupa nos mamilos. Sites como o Qporno.com acabaram com a magia, já que têm tudo o que se possa imaginar. E quando eu digo tudo, I Really Mean It…
Thiago Kaczuroski, o Kazu, escreve às quartas-feiras no Sete Doses e é um apreciador das artes cinematográficas e fotográficas que contam com modelos femininas com pouca roupa
25/11/2009 at 10:03 am
Senti falta de mais dicas de sites. Essa semana mesmo estava procurando algum entretenimento pornográfico e não encontrei nada que me agradasse. O negócio é tentar a tal das rampeiras aí. O Qporno eu passo…
25/11/2009 at 11:55 am
a quarta figura..
ela está tendo um bebê e o marido está ligando para o resgate?
25/11/2009 at 12:03 pm
Essas figuras são realmente geniais… ahahha
25/11/2009 at 4:31 pm
Kazu gênio.
25/11/2009 at 7:03 pm
Kazu, o próximo post é sobre homens pelados???
o http://www.redtube.com é bem fraquinho… devagar quase parando… o http://www.rampeiras.net é bem melhor. Tem mais sites???
=D
25/11/2009 at 10:25 pm
O vídeo é o convite da festa de 30 anos da Diesel: http://www.youtube.com/watch?v=ZLlZ9P6qM-4
atoron!!!
26/11/2009 at 12:56 am
Definiu bem demais (todo mundo sabe onde tem, ninguém – ou pouquíssimos – admite que usa, os pais fazem vistas grossas em muitos casos e quando alguém é pego no flagra é aquele comício)